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Governo pede apoio ao Ministério da Saúde para que não falte oxigênio no estado
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Governo pede apoio ao Ministério da Saúde para que não falte oxigênio no estado

Governo pede apoio ao Ministério da Saúde para que não falte oxigênio no estado

Objetivo é atender ao aumento da demanda pelo insumo devido ao crescimento no número de internações

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O secretário de Saúde pontuou que o Estado tem se antecipado e adquirido insumos necessários para o atendimento hospitalar nas regiões mineiras

O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, afirmou nesta terça-feira (16/3) que, diante do aumento da necessidade de oxigênio para atender ao número crescente de pacientes internados por covid-19 em Minas, já pediu apoio ao Ministério da Saúde para que não haja falta do insumo. Além disso, as empresas fornecedoras de oxigênio ao estado estão fazendo uma reestruturação logística para atender a alta demanda.

“O oxigênio é insumo essencial complexo em relação à logística. A maioria dos hospitais grandes com leitos de CTI utilizam grandes reservatórios de oxigênio. Mas para os leitos que estão sendo criados não dá tempo dessa estrutura, e são leitos com cilindro de oxigênio. A logística desse insumo é complexa, tem que se trocar várias vezes por leito e o paciente Covid exige muito oxigênio. Temos pedido apoio ao Ministério da Saúde em relação a isso já prevendo esse aumento de consumo para que não haja nenhum tipo de falta de suprimento”, afirmou o secretário em coletiva à imprensa.

Baccheretti lembrou que Minas não passa por uma crise de abastecimento do oxigênio, mas que há uma preocupação do Governo do Estado para que não falte o insumo, uma vez que o aumento do número de internações representa um consumo maior do produto. No início no ano, o estado do Amazonas viveu um colapso em sua rede hospitalar devido à dificuldade de reabastecimento.

Insumos

O secretário de Saúde pontuou ainda que o Governo de Minas tem se antecipado e adquirido insumos necessários para o atendimento hospitalar nas regiões mineiras, como o kit de intubação e anestésico, mesmo sendo de responsabilidade das unidades hospitalares a aquisição desses medicamentos.

“Fizemos uma compra recente do kit. Ele é essencial e o hospital tem que comprar na sua rotina. Mas nós, como Estado, compramos uma quantidade para distribuir às regiões que mais faltam porque elas não têm dado informações confiáveis sobre esses medicamentos. É importante lembrar que o Brasil é o epicentro no mundo de Covid. Todos os Estados estão consumindo muito esse medicamento. Entendemos que o Estado deve contribuir para que não haja falta de nenhum insumo”, destacou.

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