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“Chamam de Crise Porque Não Conseguem Parar o Palmeiras: A Verdade Sobre o Trabalho de Abel Ferreira em 2026”
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“Chamam de Crise Porque Não Conseguem Parar o Palmeiras: A Verdade Sobre o Trabalho de Abel Ferreira em 2026”

“Chamam de Crise Porque Não Conseguem Parar o Palmeiras: A Verdade Sobre o Trabalho de Abel Ferreira em 2026”

O que acontece com o Palmeiras em 2026 é um fenômeno muito curioso do futebol brasileiro: o time ganha, lidera, conquista título, mantém regularidade absurda, mas parece que vive permanentemente em crise para parte da imprensa e para uma parcela da própria torcida. E isso diz muito mais sobre o nível de exigência criado pelo próprio Palmeiras de Abel Ferreira do que sobre uma suposta “terra arrasada”.

Vamos aos fatos.

O Palmeiras foi campeão paulista em 2026, lidera o Brasileirão e segue como um dos favoritos da Libertadores. No Campeonato Brasileiro, o Verdão aparece na ponta com 33 pontos em 14 jogos, somando 10 vitórias, 3 empates e apenas 1 derrota. Além disso, possui 24 gols marcados e somente 11 sofridos.

Mais do que isso: o clube mantém um aproveitamento próximo de 80% na temporada, o melhor entre os times da Série A segundo levantamento do Sofascore.

A pergunta então é simples: se isso é “má fase”, qual time no Brasil está realmente jogando bem?

O Flamengo oscila. O Corinthians oscila. O Fluminense oscila. O Atlético-MG oscila. O próprio futebol mundial vive de oscilações. Nem o Real Madrid é imbatível. Nem o Paris Saint-Germain consegue manter excelência absoluta o tempo inteiro. Futebol é rendimento, contexto, calendário, desgaste e adaptação.

E é justamente aí que entra um ponto ignorado pelos críticos “modinha”: o Palmeiras perdeu peças fundamentais do sistema de jogo. As lesões de “Tigrinho” e de Joaquín Piquerez afetaram diretamente a dinâmica ofensiva e a agressividade pelos lados do campo. São jogadores essenciais para o funcionamento tático do time de Abel. Nenhuma equipe do mundo perde titulares importantes sem sentir impacto.

Mesmo assim, o Palmeiras continua líder.

Isso desmonta completamente a narrativa apocalíptica criada por parte da imprensa esportiva. Existe claramente uma régua diferente para o Palmeiras. Quando outros clubes vencem jogando mal, fala-se em “time competitivo”. Quando o Palmeiras vence jogando abaixo do ideal, criam manchetes sobre “crise”, “fim de ciclo” e “desgaste”.

É uma perseguição narrativa que ignora os números.

Durante a suspensão de Abel Ferreira, por exemplo, o Palmeiras seguiu líder do Brasileirão, mesmo com queda natural de rendimento. Isso mostra algo fundamental: existe um trabalho estrutural consolidado no clube.

E aqui entra o ponto principal dessa discussão:

NÃO EXISTE hoje no futebol brasileiro um técnico capaz de superar os números de Abel Ferreira.

Isso não é opinião apaixonada de torcedor. É realidade estatística.

Abel transformou o Palmeiras numa potência continental. O clube virou referência de estabilidade num país que demite treinador a cada sequência ruim. Enquanto rivais trocaram técnicos inúmeras vezes nos últimos anos, o Palmeiras manteve um projeto vencedor.

Sob o comando de Abel, o Palmeiras empilhou títulos, alcançou finais, manteve protagonismo nacional e internacional e criou uma cultura competitiva rara no futebol sul-americano.

E talvez esse seja o maior “problema” do Palmeiras hoje: o torcedor se acostumou mal.

O que era sonho virou obrigação.

Chegar em semifinal de Libertadores parece pouco.
Liderar Brasileirão parece insuficiente.
Ganhar Paulista virou “normal”.

Isso é fruto do sucesso.

O Palmeiras virou vítima da própria excelência.

Na Libertadores de 2026, o clube segue entre os favoritos ao título continental. A consistência internacional construída por Abel é reconhecida até fora do Brasil. E detalhe importante: enquanto aqui tentam transformar qualquer empate em crise, no cenário sul-americano o Palmeiras continua sendo respeitado como uma das equipes mais fortes do continente.

Portanto, é preciso separar crítica racional de histeria emocional.

Claro que o Palmeiras pode jogar melhor. Claro que há partidas abaixo do esperado. Claro que existem ajustes táticos e individuais a serem feitos. Isso faz parte do futebol.

Mas transformar um time campeão paulista, líder do Brasileirão e favorito na Libertadores em “desastre” é simplesmente ignorar a realidade.

A torcida precisa entender uma coisa: manter-se no topo é muito mais difícil do que chegar ao topo.

E o Palmeiras continua lá.

No fim das contas, a verdade é simples:

Parem de criar crise onde não existe crise.

Porque enquanto muita gente reclama, o Palmeiras segue fazendo aquilo que mais incomoda os rivais há anos: competindo, vencendo e levantando taças.

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